Existem muitos livros de alto-ajuda para ensinarmos a arte de vencer na vida, mas nenhum deles se comparam a Bíblia Sagrada, pois ela é o manual que Deus nos deixou para aprendermos a viver bem. Então vejamos:
São muitas as razões por que devemos ler a Bíblia:
l) Para conhecer Jesus, o Salvador. Foi através da leitura da Palavra de Deus que o etíope levantou a Felipe a pergunta: “De quem diz isto o profeta? De si mesmo ou de algum outro?” (Atos 8:34). Felipe então explica a ele que aquele “outro” era Jesus, o Salvador.
2) Para não incorrer em erros doutrinários. Jesus foi interrogado pelos saduceus a respeito da doutrina da ressurreição na qual eles não acreditavam (Mt 22:23-33).
Jesus os repreendeu dizendo-lhes:”Jesus,porém,lhes respondeu:”Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus”v.29. Muitas pessoas são levadas por ventos de doutrinas por desconhecerem a Palavra de Deus.
3) Para não pecar. “Escondi a tua Palavra no meu coração, para não pecar contra ti”. (Sl 119:11). Conhecer a Palavra e praticá-la nos dá condições de viver uma vida de santidade.
4) Para resistir aos ataques do diabo. Nosso inimigo conhece as Escrituras e procura deturpa-la ou usa-la de modo inadequado. Usando as Escrituras corretamente, Jesus derrotou Satanás.
5) Para alimentar nossas almas. “Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis: para dar a entender que o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor, disso vive o homem”. (Dt. 8:3).
6) Para dar entendimento. “Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação” (Sl 119:99).
7) Para ser bem-sucedido. “Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele de dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido” (Js. 1:8).
Esses são alguns dos motivos pelos quais devemos ler a Bíblia diariamente. Ler e praticar. Acredite, vale a pena. (Texto adaptado)
8082008
Pastor Davi(16:06:14) :
Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.
HEBREUS 12:14
A SANTIFICAÇÃO
A santificação é um atributo essencial de Deus. Ela também caracteriza os crentes, visto que somos designados como os “santificados em Cristo Jesus” (I COR 1:2). Por isso, a santificação ocupa um lugar importante em toda a Bíblia. Devemos dar-lhe muito mais atenção, uma vez que alguns de seus diferentes aspectos nem mesmo são bem conhecidos.
POSTO À PARTE PARA DEUS
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a santificação tem o significado essencial de separação, de ser posto à parte para Deus (ver, por exemplo I Cron 23:13 e JER 1:5). Isso sugere um desapego à vida ordinária, a fim de que o crente pertença a Deus para servi-Lo e satisfazê-Lo. O vocábulo que estaria em contraste com “santificação” seria “profanação”. Debaixo da lei, cada sacerdote estava santificado para o Senhor. Não devia contaminar-se, a saber, profanar-se (Lv. 21:4). A palavra hebraica traduzida por “profano” também pode ser traduzida por “comum” ou “contaminado”. Justamente quando uma coisa é empregada para o uso comum, ordinário, ela se contamina, tal como comprovamos nas coisas do dia-a-dia.
A primeira menção da santificação na Bíblia relaciona-se com a criação e diz respeito a um elemento impessoal. Deus santifica o sétimo dia e descansa (Gn 2:3). A segunda menção refere-se a redenção, quando Deus fez Israel sair do Egito. Nesse caso, tratava-se da santificação de pessoas. Disse o Senhor: “Consagra-me (ou santifica-me) todo primogênito” (Exo 13:2). No tocante à sua posição, aqueles que tinham sido resgatados por meio do sangue foram postos à parte para Deus e, em decorrência disso, convinha-lhes um modo de vida especial. Isto se tornou mais visível depois, quando os levitas foram consagrados para substituí-los (Num 3:45; 8:5-19).
O livro de Êxodo contém um precioso ensinamento simbólico. No cap. 12, os filhos de Israel são protegidos pelo sangue: é a justificação. No cap. 15, são libertos do poder de Faraó e retirados do Egito: á a salvação. O conjunto desses dois livramentos constitui a redenção. Mas entre esses dois capítulos encontramos a santificação (cap. 13). O povo justificado tinha sido posto à parte para Deus, que o reivindicava exclusivamente para Si; e por isso não iria tolerar nenhum rival. Ninguém poderia reivindicar algum direito sobre aquele povo. Deus havia recorrido contra as reivindicações do Faraó, quebrado o poder do Egito, libertado o povo, adquirindo-o para Si mesmo. Toda a história posterior desse povo teria de se nortear por esse fato.
E o mesmo se dá com uma pessoa: para abençoa-la, Deus começa por separa-la para Si mesmo, para que não mais esteja associada ao mal.
AS DUAS SANTIFICAÇÕES
No Antigo Testamento, a santificação diz respeito a coisas e pessoas, enquanto no Novo Testamento está limitada só às pessoas. Convém esclarecer os dois significados relacionados à santificação das pessoas, para evitar as falsas interpretações que são comuns a esse respeito.
01º- A santificação se refere ao momento da conversão. É o ato, feito de uma vez para sempre, pelo qual o crente foi posto à parte para Deus. É um fato absoluto; cada crente foi separado para Deus. Neste sentido, temos aqui a santificação posicional, pois equivale à posição do crente. Podemos citar três exemplos para explicar o sentido dessa santificação posicional:
A- A lei santificava coisas inanimadas, como o altar, a fonte e os utensílios. É certo que não se produzia nenhuma mudança nessas coisas; elas não evoluíam em santidade. Contudo, ao serem postas numa posição separada, podiam permanecer inteiramente consagradas ao serviço de Deus.
B- O próprio Senhor Jesus foi santificado e enviado ao mundo; e depois, quando estava prestes a deixa-lo disse:”Eu me santifico a mim mesmo”(João 10:36 e 17:19). Sua santidade pessoal era divinamente perfeita e não podia ser aperfeiçoada. Mas isso não impedia que o Pai o pusesse à parte para cumprir Sua missão no mundo. E, ao voltar, que Se dedicasse a exercer uma nova posição, sendo o exemplo e a motivação para a santificação de Seus seguidores.
C- Na instrução “Santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações” (I P)e 3:15), o único sentido possível para o vocábulo “santificar” é o de por à parte no que diz respeito à posição. Devemos colocar o Senhor numa posição única em nosso coração. Ali Ele deve ser exaltado, sem nenhum rival. A expressão “Santificado seja o teu nome” (Mat 6:9) também se explica da mesma maneira.
02º- A santificação é um fato progressivo. Diz respeito ao processo pelo qual um crente, na vida prática, deve tornar-se cada vez mais puro e separado do mal. Em seu comportamento ele não deve seguir as tendências do mundo, mas colocar-se à parte para Deus. Esta é a santificação prática, cujo caráter espiritual é vivido pelo crente nos detalhes concretos da vida.
A nossa vida cristã começa pela santificação posicional, que nos é conferida por meio de uma ação divina. A seguir cabe a nós buscar uma santificação prática coerente com a nossa posição. A primeira é unicamente uma questão de fé, enquanto a segunda se relaciona ao nosso comportamento diário. No que diz respeito à santificação, assim como às outras bênçãos cristãs, a fé deve preceder a experiência. Tudo se deforma e perde seu valor se não mantivermos firme esse princípio.
SETE CONSELHOS PARA SER UM VITORIOSO
Existem muitos livros de alto-ajuda para ensinarmos a arte de vencer na vida, mas nenhum deles se comparam a Bíblia Sagrada, pois ela é o manual que Deus nos deixou para aprendermos a viver bem. Então vejamos:
São muitas as razões por que devemos ler a Bíblia:
l) Para conhecer Jesus, o Salvador. Foi através da leitura da Palavra de Deus que o etíope levantou a Felipe a pergunta: “De quem diz isto o profeta? De si mesmo ou de algum outro?” (Atos 8:34). Felipe então explica a ele que aquele “outro” era Jesus, o Salvador.
2) Para não incorrer em erros doutrinários. Jesus foi interrogado pelos saduceus a respeito da doutrina da ressurreição na qual eles não acreditavam (Mt 22:23-33).
Jesus os repreendeu dizendo-lhes:”Jesus,porém,lhes respondeu:”Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus”v.29. Muitas pessoas são levadas por ventos de doutrinas por desconhecerem a Palavra de Deus.
3) Para não pecar. “Escondi a tua Palavra no meu coração, para não pecar contra ti”. (Sl 119:11). Conhecer a Palavra e praticá-la nos dá condições de viver uma vida de santidade.
4) Para resistir aos ataques do diabo. Nosso inimigo conhece as Escrituras e procura deturpa-la ou usa-la de modo inadequado. Usando as Escrituras corretamente, Jesus derrotou Satanás.
5) Para alimentar nossas almas. “Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis: para dar a entender que o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor, disso vive o homem”. (Dt. 8:3).
6) Para dar entendimento. “Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação” (Sl 119:99).
7) Para ser bem-sucedido. “Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele de dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido” (Js. 1:8).
Esses são alguns dos motivos pelos quais devemos ler a Bíblia diariamente. Ler e praticar. Acredite, vale a pena. (Texto adaptado)
Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.
HEBREUS 12:14
A SANTIFICAÇÃO
A santificação é um atributo essencial de Deus. Ela também caracteriza os crentes, visto que somos designados como os “santificados em Cristo Jesus” (I COR 1:2). Por isso, a santificação ocupa um lugar importante em toda a Bíblia. Devemos dar-lhe muito mais atenção, uma vez que alguns de seus diferentes aspectos nem mesmo são bem conhecidos.
POSTO À PARTE PARA DEUS
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a santificação tem o significado essencial de separação, de ser posto à parte para Deus (ver, por exemplo I Cron 23:13 e JER 1:5). Isso sugere um desapego à vida ordinária, a fim de que o crente pertença a Deus para servi-Lo e satisfazê-Lo. O vocábulo que estaria em contraste com “santificação” seria “profanação”. Debaixo da lei, cada sacerdote estava santificado para o Senhor. Não devia contaminar-se, a saber, profanar-se (Lv. 21:4). A palavra hebraica traduzida por “profano” também pode ser traduzida por “comum” ou “contaminado”. Justamente quando uma coisa é empregada para o uso comum, ordinário, ela se contamina, tal como comprovamos nas coisas do dia-a-dia.
A primeira menção da santificação na Bíblia relaciona-se com a criação e diz respeito a um elemento impessoal. Deus santifica o sétimo dia e descansa (Gn 2:3). A segunda menção refere-se a redenção, quando Deus fez Israel sair do Egito. Nesse caso, tratava-se da santificação de pessoas. Disse o Senhor: “Consagra-me (ou santifica-me) todo primogênito” (Exo 13:2). No tocante à sua posição, aqueles que tinham sido resgatados por meio do sangue foram postos à parte para Deus e, em decorrência disso, convinha-lhes um modo de vida especial. Isto se tornou mais visível depois, quando os levitas foram consagrados para substituí-los (Num 3:45; 8:5-19).
O livro de Êxodo contém um precioso ensinamento simbólico. No cap. 12, os filhos de Israel são protegidos pelo sangue: é a justificação. No cap. 15, são libertos do poder de Faraó e retirados do Egito: á a salvação. O conjunto desses dois livramentos constitui a redenção. Mas entre esses dois capítulos encontramos a santificação (cap. 13). O povo justificado tinha sido posto à parte para Deus, que o reivindicava exclusivamente para Si; e por isso não iria tolerar nenhum rival. Ninguém poderia reivindicar algum direito sobre aquele povo. Deus havia recorrido contra as reivindicações do Faraó, quebrado o poder do Egito, libertado o povo, adquirindo-o para Si mesmo. Toda a história posterior desse povo teria de se nortear por esse fato.
E o mesmo se dá com uma pessoa: para abençoa-la, Deus começa por separa-la para Si mesmo, para que não mais esteja associada ao mal.
AS DUAS SANTIFICAÇÕES
No Antigo Testamento, a santificação diz respeito a coisas e pessoas, enquanto no Novo Testamento está limitada só às pessoas. Convém esclarecer os dois significados relacionados à santificação das pessoas, para evitar as falsas interpretações que são comuns a esse respeito.
01º- A santificação se refere ao momento da conversão. É o ato, feito de uma vez para sempre, pelo qual o crente foi posto à parte para Deus. É um fato absoluto; cada crente foi separado para Deus. Neste sentido, temos aqui a santificação posicional, pois equivale à posição do crente. Podemos citar três exemplos para explicar o sentido dessa santificação posicional:
A- A lei santificava coisas inanimadas, como o altar, a fonte e os utensílios. É certo que não se produzia nenhuma mudança nessas coisas; elas não evoluíam em santidade. Contudo, ao serem postas numa posição separada, podiam permanecer inteiramente consagradas ao serviço de Deus.
B- O próprio Senhor Jesus foi santificado e enviado ao mundo; e depois, quando estava prestes a deixa-lo disse:”Eu me santifico a mim mesmo”(João 10:36 e 17:19). Sua santidade pessoal era divinamente perfeita e não podia ser aperfeiçoada. Mas isso não impedia que o Pai o pusesse à parte para cumprir Sua missão no mundo. E, ao voltar, que Se dedicasse a exercer uma nova posição, sendo o exemplo e a motivação para a santificação de Seus seguidores.
C- Na instrução “Santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações” (I P)e 3:15), o único sentido possível para o vocábulo “santificar” é o de por à parte no que diz respeito à posição. Devemos colocar o Senhor numa posição única em nosso coração. Ali Ele deve ser exaltado, sem nenhum rival. A expressão “Santificado seja o teu nome” (Mat 6:9) também se explica da mesma maneira.
02º- A santificação é um fato progressivo. Diz respeito ao processo pelo qual um crente, na vida prática, deve tornar-se cada vez mais puro e separado do mal. Em seu comportamento ele não deve seguir as tendências do mundo, mas colocar-se à parte para Deus. Esta é a santificação prática, cujo caráter espiritual é vivido pelo crente nos detalhes concretos da vida.
A nossa vida cristã começa pela santificação posicional, que nos é conferida por meio de uma ação divina. A seguir cabe a nós buscar uma santificação prática coerente com a nossa posição. A primeira é unicamente uma questão de fé, enquanto a segunda se relaciona ao nosso comportamento diário. No que diz respeito à santificação, assim como às outras bênçãos cristãs, a fé deve preceder a experiência. Tudo se deforma e perde seu valor se não mantivermos firme esse princípio.